Obesidade associada a perda de Cartilagem
Só para vos informar que a Obesidade constitui factor de risco para, entre outras, doenças articulares degenerativas. Esta é a mais recente conclusão da comunidade científica quanto à Obesidade.
Obesity, among other factors, is strongly associated with an increased risk of rapid cartilage loss, according to a study published in the August issue of Radiology (link).
Add comment Julho 15, 2009
Está com dores? Revolte-se!
Se sente dor talvez a melhor forma de a combater seja a revolta, a blasfémia, a raiva… Experimente. De entre outras vantagens, quando comparada a analgésicos ou anti-inflamatórios, destaco o preço
e a diminuição de distúrbios gástricos.
Researchers from Keele University’s School of Psychology have determined that swearing can have a ‘pain-lessening effect’, according to new study published in the journal NeuroReport. (link)
Podem experimentar, mas não ‘botem fight’ (expressão que ouvi hoje, da boca de uns adolescentes, nas ruas de Lisboa) nas pessoas.
Add comment Julho 14, 2009
Sondagem: O Partido Socialista…
Para começar quero dizer que, obviamente, esta ’sondagem’ não tem valor algum, serve ou serviu, apenas como um meio para discussão de ideias, ou para incitar ao debate, bem como, por curiosidade própria na tendência dos que se deram ao trabalho de marcar a sua opinião.
As conclusões retiradas dela são óbvias a maioria dos que opinaram acham que o Partido Socialista vai vencer as legislativas (17 votos), enquanto apenas sete afirmam que o Partido Socialista não irá governar.
17% afirmam que vai alcançar a maioria absoluta; 25% entende que terá de coligar-se para a maioria absoluta; 29% entende que vencerá com maioria relativa; e, por fim 29% entendem que não irá constituir governo.
Assim temos que 71% dos votantes apostam na manutenção do Partido Socialista no governo contra os restantes 21%, atendendo ao facto de o número de votantes ser insignificante não irei tecer qualquer comentário ou opinião. A sondagem teve como objecto o Partido Socialista única e exclusivamente pelo facto de a contestação em torno do governo ter sido uma constante nos últimos tempos, bem como, pela dúvida que paira quanto à capacidade da oposição fazer melhor que o actual executivo.
Add comment Julho 9, 2009
A sustentabilidade do SNS
Não obstante à insustentabilidade do SNS a médio prazo, ciente da necessidade de profundas alterações no sistema, capazes de reduzir a despesa efectuada e racionalizar os meios envolvidos, a privatização não será o caminho certo. Quem conhece a realidade do SNS sabe que os hospitais privados portugueses vivem à custa do financiamento indirecto pelo Estado, através de acordos no âmbito da SIGIC, ADSE, SAMS, etc etc. Sem este financiamento indirecto a maioria dos privados estaria ‘às moscas’. Assim sendo, todos os serviços de saúde em Portugal estão dependentes directa ou indirectamente do financiamento estatal. A privatização obviamente não é solução sendo conhecido na área que os hospitais particulares usurpam o Estado em coisas tão simples como duplicar despesas materiais e humanas, quando se trata de contratos SIGIC, ADSE, etc; sabendo que a fiscalização não é eficaz, assim vivem os hospitais privados com grandes lucros enquanto os hospitais públicos apresentam prejuízos elevados. Não nos esqueçamos que também os hospitais públicos pagam aos hospitais privados a simpatia de diminuir as suas listas de espera para cirurgia a peso de ouro.
Não desresponsabilizando a gestão dos hospitais e demais instituições do SNS, gestão essa que carece de formação, exigência e fiscalização, a par desse problema situa-se o que acima descrevi e com repercussões muito mais graves. Portanto, para mim a privatização não é o caminho e arriscamo-nos a perder um dos melhores direitos que foi criado em Portugal. A sustentabilidade do SNS poderá passar por medidas que visem a melhoria da gestão, aproveitamento de recursos materiais, promover cuidados mais eficazes apostando na qualificação dos profissionais de saúde e admitindo um rácio de profissionais suficiente para a melhoria dos cuidados, rever todos os subsistemas de saúde que, julgo serem os principais custos deste SNS, optimizar a rede de cuidados e estabelecer uma fiscalização adequada no que toca aos contratos de parceria de cuidados promovidos com a rede hospitalar privada.
Add comment Julho 9, 2009
Volúvel
Já todos perceberam que sou um indíviduo inconstante. Defeito ou qualidade?, temo que ainda não defini essa característica como tal. Uns dias escrevo outros não, uns dias leio outros não, uns dias penso outros tento! Acredito que no fim esta inconstância me leva aos melhores prazeres da vida, os prazeres impensados, fora de qualquer agenda ou pressuposto. Assim sendo, hoje foi um dia, ou melhor estas foram umas pequenas horas em que tive o prazer de aqui deixar mais alguns pensamentos.
Volúvel na vontade, não digo o mesmo na opinião, não se preocupem.
Falando em vontades e volubilidade, um destes dias a minha vontade foi, no fim de uma madrugada de trabalho, pegar no carro e correr para a praia, Costa da Caparica foi o destino. E digo-vos, tirando a parte de ter encontrado as praias completamente cheias de crianças organizadas por colégio (julgo que combinaram todos uma ida à praia naquele dia), que me levou a sentir um intruso, a andar mais de uma hora a pé numa fuga interminável e, mesmo assim, ter de abancar num pedaço de areia a descoberto rodeado por crianças; foi um dia fenomenal. O sol foi mais eficaz do que um sono restaurador, pena que me tenha sacrificado o dorso com o inevitável escaldão com que os ‘brancos-lixívia’ têm de se debater todos os anos.
Ao fim do dia constatei duas coisas:
1) Li por aí críticas ao Polis da Costa da Caparica, pouco tardei em comprovar ou desaprovar as mesmas. Bem, o que eu acho é que das velhas barracas ao longo das praias, conheci algumas para ter sustento na opinião, não restarão saudades. Das inovações trazidas pelo Polis apenas podem lamentar os preços da restauração, no entanto, o que é bom, paga-se!
2) Amanhã, depois de mais esta madrugada de trabalho farei o mesmo caminho. No entanto o dorso vai ser bem encharcado de protector solar.
Até à próxima!
Add comment Julho 8, 2009
Gripe A – parte B
A Gripe A sabe-se em termos de manifestações clínicas muito semelhante à gripe vulgar contraída normalmente no Inverno, dores de garganta, febre, arrepios, dores musculares, fadiga e, porventura, vómitos ou diarreia. Actualmente não existe vacina de prevenção mas existe tratamento antiviral.
A importância da vacina, que se encontra a ser desenvolvida e em pré-reserva neste momento para o nosso país e para muitos outros, não passa pelo tratamento, como erradamente, intencionalmente ou não, os media difundem. A vacina não será utilizada para tratar mas sim para proteger grupos de risco de contracção da doença futuramente anunciados.
Conhecido o quadro clínico da doença obviamente as pessoas que contraiam a gripe vulgar constituirão suspeita de Gripe A simultaneamente, pelo que se espera uma afluência aos serviços de saúde, na época fria, ainda maior do que em anos anteriores. Até aí tudo bem, o problema que se levanta é que será nesses serviços de saúde que vão acumular-se os diversos focos de contágio.
Tudo isto para dizer ao cidadão comum, que a grande necessidade de combate a esta doença é a Prevenção. Assim, todos nós temos um dever, que passa pela protecção dos outros quando sentirmos alguns sintomas que nos levem a suspeitar de qualquer Gripe ou até uma simples constipação (descritos acima). Obviamente devemos recorrer precocemente aos serviços de saúde e não devemos aguardar a resposta do organismo que muitas vezes resolve estes sintomas ocasionais e muito frequentes no Inverno, no entanto, devemos tanto dentro dos serviços de saúde como em qualquer ambiente assegurar as medidas de protecção para nós e para os outros.
Ao recorrer aos serviços de saúde torna-se agora fundamental efectuá-lo segundo uma ordem lógica de procedimentos, neste caso, será contactar a linha Saúde 24 (responsável pela assumpção da suspeita de Gripe A), posteriormente essa Linha irá orientar o indivíduo de acordo com os procedimentos instituídos, seguidamente está estabelecido que o utente poderá ser acompanhado excepcionalmente pelo Sistema Integrado de Emergência Médica via INEM, Bombeiros, etc (que asseguram um transporte às unidades hospitalares adequadas de forma a evitar novos focos de contágio); por fim, na unidade hospitalar o utente será informado e acompanhado com o mesmo intuito, acrescendo o facto de ser assegurado o seu tratamento.
As medidas de protecção são simplesmente:
1) Evitar o contacto próximo com pessoas que apresentem sintomas de gripe: febre, tosse, dores de garganta, dores no corpo ou musculares, dores de cabeça, arrepios e fadiga;
2) Cobrir a boca e nariz quando espirrar ou tossir, usando um lenço de papel. Nunca as mãos; Utilizar lenços de papel uma única vez, colocando-os no lixo.
3) Lavar as mãos ajuda a reduzir a probabilidade de transmissão da infecção.
4) Evitar tocar nos olhos, nariz e boca sem ter lavado as mãos, porque o contacto com superfícies e/ou objectos contaminados é uma forma de transmissão frequente;
5) Limpar superfícies sujeitas a contacto manual muito frequente (como, por exemplo, as maçanetas das portas, corrimãos, telefones, computadores) com um produto de limpeza comum;
Para mais informações podem consultar o Portal da Saúde (link).
Add comment Julho 8, 2009
Gripe A – parte A
Ou seja, informam a totalidade de casos existentes como se fosse o número de casos que existem na actualidade, no entanto, esse número tão badaladado corresponde a todos os casos que existem e existiram, pelo que deviam dizer que em Portugal já ocorreram x casos de Gripe A, no entanto, y casos já estão tratados.
O problema é que o número de casos de Gripe A a transmitir pelos media seria muito mais baixo e, lá está, vende menos.
Add comment Julho 8, 2009
Estivadores
Alguns estivadores portugueses manifestam-se em frente à Assembleia da República utilizando métodos muitas vezes associados à extrema-direita, mas… o “fascista” é Sócrates segundo eles (link).
Add comment Julho 8, 2009
Stress
Se, Homens + Stress = Risco e Mulheres + Stress = Moderação como podem comprovar aqui (link).
Deduzo que Moderação – Stress = Mulheres e Risco – Stress = Homens.
Pelo que, quaisquer que sejam as condições inerentes, podemos afirma que os Homens arriscam enquanto as Mulheres apostam na moderação.
Brincadeiras à parte:
New research, to be published July 1 in the journal PLoS One, shows that men under stress may be more likely to take risks, correlating to such real-life behavior as gambling, smoking, unsafe sex and illegal drug use.
In contrast, stressed women moderate their behavior and may be less likely to make risky choices, the study found.
Add comment Julho 1, 2009
Jardim da Madeira
Mais uma flor deste Jardim! (link)
Nada a que já não estejamos habituados. Mas os portugueses gostam tanto de heróis que teimam em manter este senhor no altar. Não há quem lhe diga que deve criticar os outros de uma forma construtiva e civilizada. Continua na senda das vitórias devido ao provincianismo português.
Reguem-no mais um pouco.
4 comments Julho 1, 2009
