Burro todos os dias
Março 31, 2010 at 2:00 pm 1 comentário
Burro aqui (link 1) e burro ali (link 2).
Alguém explique a este senhor qual o conceito de multidisciplinariedade. Olhe que nós, enfermeiros, também não mandamos nos auxiliares de acção médica. Olhe que nós, enfermeiros, temos responsabilidade que chegue para ombrear com a dos médicos. Olhe que nós, enfermeiros, administramos o que os médicos prescrevem apenas após conferirmos a prescrição, avaliarmos o seu efeito e segurança da mesma, bem como, assegurar a dosagem entre outros parâmetros necessários à sua administração. Olhe que nós, enfermeiros, não temos apenas a função de administrar/monitorizar/vigiar/discutir determinada prescrição médica.
Meu caro, queira fundamentar a sua opinião e verá que não consegue! Meu caro, se não quiser falar connosco – fale com os nossos ‘superiores’ médicos e eles concerteza lhe darão uma opinião contrária. Já agora, alguém o manda escrever as barbaridades que escreve?
Entry filed under: Politica.
1 Comentário Add your own
Deixe uma Resposta
Trackback this post | Subscribe to the comments via RSS Feed

1. Greve, Enfermeiros, Luta, Irresponsabilidades e Afins « Mas porquê? | Março 31, 2010 às 3:01 pm
[…] Os enfermeiros reclamam um tratamento idêntico ao que é garantido a outros técnicos superiores de saúde. Os enfermeiros não são, como muitos ignorantes vieram afirmar, meros subditos dos médicos. Uma relação de multidisciplinariedade cumpre-se nos princípios de ajuda, discussão e partilha. Os enfermeiros também não mandam nos auxiliares de acção médica. O facto de um médico prescrever determinado fármaco ou plano de tratamento implica que o enfermeiro o ponha em prática? Sim, mas nunca sem que o enfermeiro discuta com o médico da possibilidade, vantagens/desvantagens, segurança do tratamento. Nunca sem antes verificar a prescrição, a dosagem, a segurança, a fiabilidade, a adequação de determinado fármaco a uma certa doença. Sim, o enfermeiro reduz drasticamente o erro clínico. Sim, o enfermeiro é responsável pela administração de fármacos (compreendem a responsabilidade – 1 mEq por vezes mata), pela instituição de planos de cuidados, pela monitorização do utente no seu todo, pelo tratamento de feridas (as feridas – querem falar delas?). Este parágrafo termina assim com o intuito de esclarecer a suposta irresponsabilidade dos enfermeiros. Aqueles que não podem de modo algum ganhar o mesmo que os médicos porque têm menor responsabilidade – não é sr.º henrique raposo (com letra minúscula) [consultem barbaridades deste senhor aqui]? […]